A madrugada ainda estava escura quando o choro começou.
Isabella despertou de um salto, o coração acelerado antes mesmo de compreender o motivo. O som vinha do quarto ao lado. Um choro baixo, cansado, diferente das birras ocasionais de uma criança.
Era um choro de dor.
Ela levantou imediatamente, os pés tocando o chão frio, e atravessou o corredor.
— Amor? — sussurrou, abrindo a porta.
O menino estava encolhido na cama, as bochechas vermelhas e os olhos úmidos. O pequeno corpo tremia sob o cobe