O cosmos parecia vibrar em uma harmonia perfeita. Ísis e Celina estavam envolvidas por uma calmaria que ia além de qualquer silêncio que já haviam experimentado. Cada pulsação de luz, cada som inaudível carregava uma mensagem: o universo estava vivo, consciente, e elas eram partes indissociáveis desse todo.
O Véu, outrora um símbolo de separação e mistério, agora era um fluxo tangível de energia que fluía por elas como uma segunda pele. Sentiam sua textura, sua essência, seu poder criativo. Tud