Clara e Daniel correram pelas ruínas da Cidade Perdida, o segundo fragmento da Chave Final brilhando em suas mãos. As figuras sombrias, os antigos habitantes, se moviam ao redor deles como fantasmas, seus olhos vazios de qualquer humanidade, presos em um estado de existência entre as realidades. Cada passo era uma luta contra o medo crescente, enquanto as ruínas ao seu redor pareciam se fechar sobre eles, como se quisessem engolir suas esperanças.
— Não vamos conseguir sair por onde entramos! —