O silêncio do vilarejo era quebrado apenas pelo som suave das folhas que dançavam ao vento. No centro da praça principal, o Véu parecia mais vivo do que nunca, suas cores oscilando entre tons de azul profundo e prata reluzente. Os guardiões estavam reunidos ao redor, formando um círculo. Cada um sentia o peso de sua própria jornada, mas também a conexão inegável com algo maior.
Celina, de olhos fechados, ouvia o sussurro do Véu como uma melodia distante. Desde que havia se tornado uma guardiã,