A cabeça de Grace doía quando abriu os olhos, e por alguns segundos, não conseguia entender onde estava. Tudo ao redor parecia sombrio e confuso. O frio e a escuridão do lugar a envolveram como uma névoa, e o cheiro de umidade preenchia o ar. Ela estava presa, amarrada a uma cadeira, e cada parte de seu corpo doía. Tentou se mover, mas as cordas que a mantinham presa eram firmes. Suas mãos estavam atadas atrás do encosto, e seus tornozelos presos às pernas da cadeira.
Com o passar dos minutos,