Ouvi uma batida na porta.
— Milena? — a voz da minha mãe veio do corredor.
— Pode entrar, mãe — respondi, limpando uma lágrima teimosa que insistia em escorrer pela bochecha.
A porta abriu e ela entrou, segurando uma mala vazia nas mãos.
O seu semblante estava abatido e envelhecido pelo estresse d