Estremeci, apertando-o, mas não foi o suficiente. Não era profundo o suficiente. Grande o suficiente.
Eu precisava disso.
Dê para mim.
Ele rosnou. Responda-me.
"Sim... Não posso... Capital. Eu não... Charles...". Ele me deu outro. Fiquei imóvel, seu dedo curvado, me puxando cada vez mais para perto da borda, pressionando aquele ponto que tinha estrelas fervilhando em minha visão.
"Charles, por favor, você está me deixando louca...". Eu ofeguei. "Por favor... Por favor, deixe-me."
Ele riu. "Eu te