O quarto de Alexander estava na mesma penumbra de sempre quando ele acordou — as cortinas grossas que a Sra. Felicidade fechava todas as noites criando aquele escuro artificial que ele tinha aprendido a gostar, porque o escuro não tinha horário e por isso deixava o tempo em suspenso por alguns minutos antes que o dia começasse a cobrar.
Ele ficou de costas por um momento, olhando para o teto que não conseguia ver completamente, e deixou a memória da noite anterior chegar sem tentar organizar —