O escritório de Álvaro King na mansão era diferente do da empresa — menor, mais pessoal, com as paredes cobertas por fotografias emolduradas e uma estante que misturava livros técnicos de engenharia e arquitetura com álbuns de família que ninguém nunca tirava do lugar, mas que existiam ali como evidência silenciosa de tudo que tinha sido construído antes da empresa existir.
Era ali que Álvaro passava as manhãs quando não havia compromisso urgente — não de férias, porque Álvaro não entendia comp