— Você não foi meu!
ela rebateu, a voz carregada de mágoa.
— Você ficou com ela, levou ela para jantar, transou com ela!
Eu sorri. "Transou". Nem era pela ironia, mas pela palavra de quem antes não conseguia verbalizar o nome da própria buceta.
— Pra quem não falava termos íntimos, você aprendeu rápido essa, não foi?
Olhei para ela com uma devoção quase religiosa.
— Eu não transei com ninguém, Elise. O que rolou foi aquele beijo que você viu. Que todo mundo viu. Mas você... você