Mundo de ficçãoIniciar sessãoRaoni é um garoto da cidade grande, filho de uma índia mãe solteira e tem um sonho muito estranho e descobre durante a sua aventura na floresta amazônica que é filho de Tupã e enfrenta diversos seres que todos acreditavam ser míticos, mas eles eram tão reais e enfrentá-los fará com que tudo tenha sentido em sua jornada.
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Ao acaso
Esta é uma obra de ficção. Nomes, personagens, lugares e acontecimentos descritos são de imaginação do autor. Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência.
1º Edição digital – Criado no Brasil
Todos os direitos reservados. São proibidos o armazenamento e/ou a reprodução de qualquer parte dessa obra, através de quaisquer meios – tangível ou intangível – sem o consentimento escrito da autora. A violação de direitos autorais é crime estabelecido pela lei nº 9.610/98 e punido pelo artigo 184 do Código Penal.
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*Aviso!*
Este livro é um romance erótico e pode conter gatilhos e assuntos delicados como álcool, abuso verbal, físico, violência, linguagem imprópria e conteúdo sexual. Esta é uma obra de conteúdo sexual destinada a maiores de 18 anos.
O texto segue as normas vigentes da Língua Portuguesa, contudo, características do vocabulário informal estão presentes para deixar a leitura mais leve.
Ps: Haverá alguns erros, por mais que seja revisado, sempre que puder estarei fazendo mais revisões.
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Deixe Ao acaso
Elisa acabará de entrar de férias da empresa onde trabalha a mais de quatro anos, e graças a sua melhor amiga que implorou, ela decidiu ir para uma viagem, no México. E nessa viagem sua vida mudará drasticamente, para melhor, ou não.
Elisa é Escritora, mas as editoras não agênciam escritores novos, como eles dizem, amadores. Então, ela teve que ir em busca de um trabalho para se manter, e a escrita ficou para segundo plano, e nessa viagem, ela terá a oportunidade da vida dela, de ser reconhecida na melhor Editora do mundo, localizada no México.
A combinação perfeita, livros, praia, um drink, encontros perigosos que a fará lembrar dos vilões de suas histórias, e o melhor, o encontro com o amor de sua vida. O que será que essa aventura traçará na vida deles?
Nesse caso é sempre melhor...
Deixar ao acaso.
- QUERIDA, CHEGAMOS. Pequena Princesa correu e pulou nos braços de Raoni o beijando e o abraçando cada vez mais apertado. — Fiquei tão preocupada que você não voltasse... você não tem noção...— Claro que tenho.Pequena Princesa então reparou na figura que tanto abominava e a encarou com desdém e foi retribuída à altura. — Miau, ele está inteirinho, queridinha. — Ora, sua... – disse com raiva em seu tom de voz – se você encostou um dedo nele, você vai ver só... vou arrancar esse sorrisinho desgraçado da sua cara.&nb
- QUERIA AGRADECER pelo que fez por mim, Raoni.— Não poderia negar o pedido de uma mulher apaixonada.— Miau!!! Posso pedir qualquer coisa? — Claro que não. Raoni estendeu a mão para Anhangá. — Que este seja o início de algo bom. Anhangá sorriu. — O que faz pensar que me rendi a você, jovem guerreiro? — Amizade não é questão de se render, mas de respeitar um ao outro. Anhangá estendeu a mão
O QUE ESTÁ FAZENDO aqui, Ticê? — Não é óbvio? Salvando o homem que amo. — Não... você nunca o amou... — Desde quando era humanaamava, o olhei nos olhos e ele viu a magia acontecer. Xandoré tentou acertar Ticê, mas passou por ela. — Posso ser a deusa do submundo, mas acima de todas as coisas sou uma mulher apaixonada e obstinada, sou uma humana que amou tão ardentemente que fui transformada em deusa. — Pode até ter sido transformada em deus, mas nunca deixará de ser uma brux
ELES FORAM ATÉ O SALÃO dos mortos.— Devolva o submundo para Ticê e Anhangá, Xandoré.Xandoré sorriu. — Porque faria isso? — Porque vim aqui restabelecer a ordem. — Você criou a bagunça, conviva com as consequências de suas próprias ações. — Sim... agora estou criando outra. Raoni energizou sua lança e atacou Xandoré que se tornou fumaça. — Pelo visto não aprendeu nada lutando contra Jurupari.&n
A PEQUENA LUZ QUE RAONI havia concebido estava começando a se extinguir. — Agora me diga como posso te vencer, Jurupari. — Me vencer? Não sou seu inimigo, só alimento o que há dentro de você, assim como há dentro de cada ser humano que habita no mundo. — Mas todo ser humano tem uma luz também. — Sim, alguns têm... mas não é o seu caso. — Como não... salvei minha esposa, salvei minha mãe, salvei a floresta... Mas amou lutar contra os deuses e monstros mitológicos... admita
- QUEM ESTÁ AÍ? — Parece que não se lembra do seu primeiro sonho, jovem guerreiro. Raoni pegou seu talimã e o transformou em lança e o energizou, mas nenhuma luz que tentasse emanar parecia surtir efeito contra aquela escuridão. — Lembra-se do seu primeiro sonho? — Óbvio que me lembro... — Eu te chamei naquele dia para se encontrar comigo, apesar de estar sempre contigo. — Que papinho idiota é esse? — Onde acha que estamos, Raoni?<





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