O RETORNO D
DONOVAN
Nunca imaginei que um homem pudesse morrer perante a lei, ser enterrado pelas estatísticas, e voltar a respirar o ar rarefeito de uma existência civil poucos meses depois. A última semana foi um borrão de tribunais, escritórios de consulado e o eco persistente das minhas próprias digitais sendo comparadas com o nada. O processo de "desmorte" é, curiosamente, muito mais exaustivo do que o ato de morrer, que, pelo que me contam, foi apenas um segundo de escuridão.
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