Depois que voltei para o hospital, me sentei naquela poltrona no canto do quarto particular. O silêncio parecia denso, quase tangível, embalado por um clima de ilusão amena. A única presença viva naquele espaço era o som da máquina monitorando os batimentos de Sophia. Fiquei ali, observando-a desacordada na cama, o rosto pálido e tranquilo demais para ser reconfortante. Passei um longo tempo pensando em tudo o que havia acontecido. O peso da culpa pressionava meus ombros, mas, além disso, havia