Eu estava presa em seu covil. A porta estava trancada. Dante, encostado ao móvel de madeira no canto da parede, com os braços cruzados, me encarava.
Eu fiquei nervosa. Engoli em seco. Eu estava sentada na cama, com as mãos nervosas, suando frio.
Alguém batia desesperadamente na porta, e eu apostava que era aquela mulher. Dante ficou tão irritado que saiu de onde estava, abriu o suficiente para olhar nos olhos da mulher e disse:
- Saia daqui agora. Eu estou resolvendo um problema.
Ele fechou a