"Lorena"
O Julian continuava com a cabeça baixa no centro da nossa pequena sala, as mãos fechadas em punhos e o rosto pálido entregando o tamanho do do dilema dele. Eu percebia que ele queria me ajudar, mas também que ele não queria ter que esconder essa situação do Albelini. Ele estava encurralado. De um lado, a lealdade ao amigo de uma vida inteira; do outro, os meus soluços e o meu desespero.
- Eu não posso, Lorena! Eu entendo o seu medo, mas eu não posso. - O Julian lamentou e se jogou na p