Diabo 👿
Luna dançava no meio da pista do camarote, um copo de bebida numa mão, a outra no quadril, girando, rebolando, jogando o cabelo para o lado com aquele ar de quem não liga, mas sabe que todo mundo está olhando.
Inclusive eu.
O vestido preto colado subia cada vez que ela descia até o chão, amassando no quadril, marcando o formato perfeito do corpo. Até que num dos giros, o tecido subiu demais. E ali, no meio da luz baixa e dos flashes, eu vi. A porra da visão. Sem calcinha.
Aquela poupa