Ângela
— Como você sabe disso, Ângela? — Fernanda perguntou com um olhar confuso.
— Minha querida! Eu sempre vou atrás de descobrir as coisas, sempre quero saber as duas versões, pois sempre há duas. — falei erguendo meu dedo indicador e só pela pergunta dela, sei que sim, a mensagem era do mesmo rapaz.
— Fernanda, você e eu temos uma coisa em comum: nós duas nos apaixonamos por homens desse mundo do crim€, que por si só já é muito pesado, mas aliado a isso, meu filho, assim como o pai dele era