Mary acordou envolvida pelos ecos suaves de vozes masculinas que dançavam no ar distante. Suas pálpebras, ainda pesadas de sono, lutavam para se abrir, enquanto sua boca implorava por uma gota de umidade. Gradualmente, sua mente começou a discernir uma das vozes, uma melodia familiar que flutuava em direção a ela. Era a voz de Bruce.
Lentamente ela abriu os olhos.
A sua frente, junto a uma pequena mesinha, encontrava-se o mesmo doutor que a atendeu na noite de núpcias, quando ela havia desma