༺ Dafne Aslan ༻
Abri meus olhos lentamente, vendo a luz fraca que passava pelas frestas da cortina, avisando que o dia já tinha surgido. Sinto meu corpo pesado e a cabeça dolorida. Minha garganta estava seca, mas a sensação de queimação na pele diminuiu.
Quando me mexi um pouco no colchão macio, notei uma presença ao meu lado. Mateo estava sentado na poltrona do quarto, curvado na minha direção, ajustando com cuidado um pano úmido e frio na minha testa.
— O que aconteceu? — murmurei, rouca.
Mat