Mundo de ficçãoIniciar sessãoHenrique
ATRAVESSO a porta de entrada da Casa de Prazer, sendo recepcionado por uma batida de reggaeton e pelo mar de vozes animadas de mulheres e homens. Há pouco mais de um ano eu adentrei a esse lugar com um olhar muito diferente do que eu tenho hoje. Na minha cabeça, a Casa de Prazer não passava de um bordel fétido com mulheres que vendiam os seus corpos por quaisquer quantias ínfimas de dinheiro. Mas hoje eu sei que a minha visão machista, como diz Camila, me fazia enxergar c