Kael,
A viagem começou lenta, cada quilômetro exigindo um esforço que meu corpo mal conseguia sustentar. Theo cavalgava ao meu lado, os olhos me observando com atenção constante, pronto para intervir a qualquer sinal de que eu pudesse cair da sela.
— Precisamos parar? — perguntou ele, pela terceira vez naquela manhã.
— Não. — Segurei as rédeas com mais firmeza, ignorando a tontura que ameaçava desequilibrar minha visão. — Continuamos.
Foi durante o segundo dia de viagem que percebi a mudança