A casa estava mais silenciosa do que o normal quando Maya desceu as escadas, os pés descalços contra a madeira fria, os olhos ainda sonolentos procurando pelo pai na sala pequena.
Aldric estava sentado perto da janela, como fazia quase todas as manhãs desde que Eliz partira, os olhos fixos na rua vazia lá fora, como se esperasse, contra toda razão, vê-la aparecer a qualquer momento.
— Papai. — Maya subiu no colo dele, sem pedir licença, um hábito que ele nunca tinha coragem de recusar. — Você e