— Por acaso valeu a pena? — Eva perguntou ainda de braços cruzados, enquanto fazia um curativo acima da minha sobrancelha. — Eu sei que ele é um idiota, mas se aquele garoto não tivesse te parado, você poderia estar na delegacia agora, Clay!
— Posso responder sinceramente ou você prefere não ouvir? — perguntei, recebendo um olhar bravo como resposta.
Sabia que aquela não havia sido a melhor decisão, provavelmente meus pais saberiam e minha psicóloga voltaria a falar sobre surtos de raiva e de