Demétrio
Francine saiu correndo.
Não foi um “já volto”. Não foi aquele passo apressado e contido de quem está com pressa educada. Foi fuga. Salto alto batendo no chão como se o prédio estivesse desmoronando atrás dela.
— Francine! Espera! — chamei.
Ela nem virou o rosto.
Fiquei parado alguns segundos, olhando na direção por onde ela tinha sumido. O vento mexia as folhas das árvores, alunos riam perto da escada, alguém discutia sobre prova final. Tudo normal demais para o que tinha acabado de a