Clarice acordou por volta das dez da manhã e às onze recebia o serviço de quarto com uma pequena refeição. O rapaz que empurrava o carrinho olhou bem ao redor procurando se havia mais alguem no quarto, mas não encontrou ninguém. As garrafas vazias de vinho já haviam sido levadas pela camareira que entrou no quarto depois de bater na porta do quarto duas vezes antes de entrar.
- O marido dela veio buscá-la por volta das três, curioso. Declarou Clarice de pé na varanda.
- Desculpe, senhora. A ger