Senti um impulso selvagem percorrer meu corpo, como se algo alheio a mim quisesse tomar o controle. Ele me segurou pelo braço com uma firmeza que queimava, me guiando até a cama, quase sem me dar tempo de pensar.
Mal minhas pernas tocaram a beira do colchão, caímos sobre ele.
Seu peso, sua respiração, o cheiro morno da sua pele… tudo me envolveu de um jeito que me tirou o fôlego.
As mãos de Azkarion deslizaram pela minha cintura com uma fome que eu não sabia interpretar como desejo ou ameaça.