LUCAS
O silêncio que se seguiu ao caos no galpão parecia quase ensurdecedor. O som dos tiros havia cessado, e o eco dos passos de nossos homens ressoava nas paredes vazias. Greco estava sob custódia, suas mãos algemadas atrás das costas enquanto dois de meus melhores seguranças o escoltavam.
— Parece que o jogo acabou, Greco, — disse, minha voz baixa, mas firme.
Ele não respondeu, apenas me lançou um olhar gelado, carregado de ódio. Sua derrota não apagava o perigo que ele representava, mas, na