Fernanda segurava desoladamente os punhos da camisa de Rafael, como quando era criança, implorando tristemente:
— Irmão, me ajude, estou disposta a me desculpar, mas ela não aceita. Ela não está machucada, por que eu deveria pagar com minha vida? Isso não é justo!
Os olhos de Rafael eram frios, ele disse:
— Justo? O que é justo? Ela sobreviveu, e não foi você quem a salvou. Com que direito você fala em justiça?
Ele estava realmente irritado, e Fernanda, se sentindo culpada, cobriu o rosto e come