GIUSEPPE SANSEVERINO
Depois que a minha filha Constanza se levanta da mesa de jantar e sobe a escadaria visivelmente chateada com as ofensas, permaneço alguns segundos em um silêncio absoluto, pesado e ensurdecedor. Acompanho-a com o olhar até que o seu vestido de tom rosa-chá desapareça pelo corredor do segundo andar e, em seguida, pego o guardanapo de linho sobre o meu colo, dobro-o devagar e o pouso ao lado do prato. Viro o meu rosto com extrema calma para encarar o Don Cesare Castiglione de