CAPÍTULO TREZENTOS E SESSENTA E NOVE — AGORA TENHO QUE PROTEGÊ-LOS.
VICTOR BALTIMOR.
Os policiais começaram a conduzi-la para fora da minha casa. Ela se debatia. Gritava meu nome. Chamava Elisa de todos os insultos que conseguia lembrar. Mesmo assim, continuou sendo arrastada para fora até desaparecer completamente.
O silêncio voltou a dominar a casa assim que a porta de entrada foi fechada. Pablo aproximou-se lentamente. Olhou para a porta por onde Meire havia sido levada. Depois, olhou para mim e sorriu de lado.
— Meu amigo…
Balançou a cabeça.
— Você é um ímã