CAPÍTULO TREZENTOS E NOVENTA E CINCO — FAZEMOS QUALQUER COISA.
ABIGAIL BALTIMOR.
Fechei a porta do escritório lentamente. Victor havia se acalmado, tive que lhe dar um calmante. Ele agora dormia no sofá do escritório. Meu filho estava lutando contra o cansaço para se manter firme e acordado.
Ainda conseguia ouvir na minha mente o choro do meu filho. Cada soluço de Victor parecia atravessar meu peito e me angustiar. Passei a mão pelo meu rosto e respirei profundamente.
Eu o conhecia desde o instante em que nasceu. Victor sempre foi forte. Quando criança, s