Christopher Vilard
Passaram vários meses. Alma estava perto de completar vinte anos. Seguíamos tentando nos manter na linha. E estava cada vez mais difícil. Depois da primeira vez que provei o seu sangue, só o fiz mais uma vez. Eu não era tão bom em controle. E a sentia se derramar de prazer. Ou seja, seu sangue era algo que eu devia evitar se não quisesse esquecer tudo e me perder em suas curvas suaves, em seus lábios macios.
A porra da profecia estava completamente errada. Vinte e um anos, um