Arkhadyan
O corpo dele ainda tremia levemente, o peito subindo e descendo em um ritmo quase hipnótico, e, embora seus olhos estivessem fechados, Kalel parecia mais vulnerável do que eu jamais o havia visto. O quarto estava impregnado pela nossa presença. Não havia sombra, medo ou peso entre os lençóis que nos cobriam parcialmente. Havia apenas calor, carne e verdade.
Passei os dedos devagar pelo peito dele, subindo até a clavícula e depois enterrando-os nos fios escuros do seu cabelo. Seus olho