Ao sair do banho, vencida pelo cansaço das poucas horas dormidas, Vivienne sucumbe à cama convidativa. Quando desperta sobressaltada, a noite já caiu. A luz suave da lua atravessa as cortinas entreabertas, iluminando o quarto com uma calma quase irônica diante de sua pressa repentina. Seus dedos tocam o cobertor que agora a cobre, e um sorriso involuntário brinca em seus lábios.
— Ah, Dominic! — Vivienne resmunga, dividida entre gratidão pelos cuidados que ele insiste em prestar e irritação por