Vivienne instintivamente se abaixa para juntar os cacos de vidro estilhaçados pelo chão, suas mãos tremem, enquanto tenta ocupar-se desesperadamente com algo que não seja aquela pergunta devastadora. Joana, notando o estado frágil da amiga, gentilmente a segura pelo braço e a guia até a cadeira.
— Me desculpa — Vivienne sussurra, sua voz quase inaudível, enquanto abaixa a cabeça, lágrimas silenciosas já embaçando sua visão.
— Está tudo bem! — Joana responde, com um sorriso triste, seu coração a