O punho de Florence se fecha e, em um impulso cego, ela o desfere contra o vidro rachado. O impacto reverbera pelo cômodo abafado, estilhaços deslizando pela cômoda, espalhando-se pelo chão, cravando-se na pele cortada de sua mão. O sangue escorre quente entre seus dedos, mas ela não se importa. A dor é irrelevante diante da fúria que a consome. Eles falharam, e isso não deveria ter acontecido.
A porta se escancara com um estrondo, fazendo-a se virar em um rompante. O olhar de Hugo a encontra n