Natasha acaricia sua barriga com movimentos lentos, um gesto que, para quem observa, parece carregado de carinho e ternura. Para os desavisados, ela seria a personificação de uma mãe amorosa, conectada ao filho que cresce dentro de si. Mas nada poderia estar mais longe da verdade. Não há amor naquele toque, apenas interesse e a inabalável certeza de que a sorte está, mais uma vez, ao seu lado.
Para ela, aquele bebê não é uma vida, mas uma ferramenta, um recurso valioso. É a prova de que até mes