Ao atravessar o corredor de carvalho claro e abrir a porta do quarto de Olívia, o ar fugiu dos pulmões de Ísis. Não era apenas um quarto de bebê; era um santuário de delicadeza. As paredes exibiam murais pintados à mão — o mesmo estilo que ela costumava desenhar em seus cadernos — e o berço, esculpido em madeira nobre, estava posicionado sob uma claraboia que permitia ver as estrelas.
Giorgio observava da porta, em silêncio, o momento em que Ísis depositou Olívia no berço. A bebê deu um suspiro