Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV: HENRY
O celular tocou no meu bolso. O som era alto, repetitivo. Ignorei no início. Continuei pressionando a ferida com o pé. Ele gemia de dor, o rosto suado, manchado de sangue. Mas o toque não parava.
Puxei o celular com a mão livre, mantendo a arma apontada para ele. Atendi.
— Alô? — minha voz saiu firme, mas com tensão.
— Senhor Henry Carter? Aqui é d







