Catarina e Leon-76
Meu grito pareceu rasgar o silêncio do hospital. Foi tão alto que minha garganta ardeu imediatamente. Meu peito subia e descia sem controle, enquanto eu continuava olhando para o mesmo ponto do quarto: o canto escuro.
Ouvi passos apressados, em seguida a porta se abriu com força e uma enfermeira entrou quase correndo.
— O que houve? O que está sentindo?
Levantei o braço trêmulo e apontei para o canto mais escuro. Minha voz saiu entrecortada.
— Tem... tem alguém ali.
A enferme