Mundo ficciónIniciar sesiónA parte mais gostosa da vida de uma pessoa é a infância. Nossa melhor época, da vida, deixa lembranças que jamais serão esquecidas. Por mais coisas difíceis que passemos na infância, temos lembranças únicas e alegres também. O amor tem outra conotação para as crianças, pois ele é incondicional. Por isso, elas não guardam mágoa, nem rancor, e deixam a vida correr, por piores que os adultos em volta as tratem. Mesmo porque ainda não tem compreensão da maldade intrínseca do ser humano. Há medida que vamos crescendo, vamos mudando de ideia. Nossos hormônios mudam nossos corpos e nossos círculos, vão gradativamente nos mostrando a face e quem temos em volta, se é de um anjo, ou de um monstro. Neste livro falaremos de infância e crianças e seu mundo. Buscando tirar nosso lado adulto da conversa, na maior parte do tempo. O assunto aqui, é falar, das nossas alegrias, invencionices, brincadeiras e do mundo da imaginação das crianças, sem os adultos chatos. E como ficam as coisas depois que se tornarem um adulto chato.
Leer másMas antes da próxima história dona Agatha, a autora dessa história, de nome Soraya, tem umas palavras a dizer. Sabe dona Agatha, Ser Criança é Legal, mas ser um adulto é mais legal ainda, porque entre uma coisa e outra tem a adolescência. Tem o bullying na escola, tem o medo do desconhecido, tem as mudanças genéticas. Ser adolescente é ter de aprender a fazer pão, bolo, arroz, feijão, jogar volei, ir no shopping, andar de salto. Aprender a rir de nossas gafes. Quando eu era menina achava que marcial eram só as bandas que tocavam nos desfiles cívicos, Descobri depois na sua fundação dona Agatha, que lutas como karatê judô, e outras eram conhecidas como artes marciais. Uma das minhas maiores gafes na vida foi rir de um amigo que dizia que luta
Paralela à vida de Agatha, sua irmã Jane fez muita coisa na vida. Ela teve apoio da irmã mais nova Agatha, para se levantar dos tombos que a vida lhe proporcionou, por ser uma menina jovem e inocente vinda do interior para o grande centro urbano. Mas com a ajuda da irmã para superar a parte emocional ela andou sua vida sobre suas próprias pernas. Ela a sua maneira venceu na vida, pois, apesar das muitas dores que sofreu, conseguiu chegar aonde desejava na vida. Sua irmã teve muito mais habilidade para lidar com as coisas que ela. Mas ela teve em Jane, alguém em quem se espelhar, para não cometer os mesmos erros e ver onde ia dar cada coisa na grande cidade. Os olhos de Agatha, que era mais nova foram abertos pelos tropeços da irmã, por confi
Dona Agatha é homenageada pela câmara de vereadores da cidade por ter criado a fundação e ela ter chegado tão longe e com uma estatística tão positiva, de seu trabalho. Ela vai até o palco pega o microfone e começa a dizer. Quando olho, em volta hoje vejo que a criança em mim que brincava de lata de compota que criava perninhas, ajudou a criança em outra pessoa, que roubava compota da vizinha, derrubando com a vassoura, mas era tão inocente, que punha na mesa da vizinha, para ela e todos comerem, o produto do roubo. O bem estar a satisfação de construir algo que levou alguém a crescer, se desenvolver, se reconhecer no mundo, se realizar, é algo tão maravilhoso. Quantos acharam seu poder pessoal através do meu esforço, da minha luta. Minha vida foi leve, apesar de ter sido feita de muito trabalho.
Soraya, escreveu assim:Estávamos em casa, um dia lindo de sol, nossa mãe disse:Crianças, eu ouvi pelo rádio que uma tal de Agatha, está criando uma tal fundação para ajudar pessoas pobres a saírem da miséria, financeira e intelectual.Então se arrumem, nós vamos para o centro da cidade falar com essa tal, quem sabe ela nos ajuda, a manter vocês.Se ela nos conseguir umas cestas básicas e escola para todos vocês já fico feliz, então vamos.Eu tinha oito anos, éramos muitos, afinal doze filhos, são muitos filhos, eu era a oitava. Os quatro abaixo de mim tinham respectivamente, seis, quatro e os gêmeos de dois anos.Lá fomos nós, falar com a tal mulher.Quando chegamos a tal fundação, estava lá aquela mulher loira de olhos muito azuis, correndo de um lado para o outro. &n





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