— Sei.Alina olhou para a noite.— Eu amo você, Damon.Ele ficou imóvel.Não sorriu.Não avançou.Parecia ter medo de respirar alto demais e estragar a frase.Alina continuou:— Mas eu não amo a história inteira. Não amo o que você fez. Não amo quem precisei virar para sobreviver a você. Não amo o fato de que parte do nosso começo sempre vai doer.— Eu sei.— E não vou casar para limpar isso.— Não quero limpar.— Quer, sim. Uma parte de você quer.Ele fechou os olhos.— Sim.— Então essa parte vai esperar.Damon abriu os olhos.— Quanto tempo?Alina sorriu de leve.— Você ainda gosta de prazos.Ele soltou uma risada baixa, triste.— Gosto.— Eu não tenho prazo. Tenho condições.— Quais?— Terapia.Ele ficou sério.— Já marquei.Ela arqueou a sobrancelha.— Individual, não só aquela consultoria emocional de executivo que você chamaria de terapia.— Individual. Trauma, luto, controle. O pacote humilhante completo.Ela quase riu.— Bom.— Próxima?— A guarda de Clara fica formalmente or
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