— Isso não acabou.Alina olhou para ela.— Para você, acabou de começar.Um policial se aproximou de Alina para fazer perguntas preliminares. Damon deu um passo automático para ficar perto.Alina olhou para ele.Ele parou.— Vou estar ali — disse, apontando para a porta. — Se você quiser.Se você quiser.A frase pequena teve mais impacto do que qualquer promessa grandiosa.Alina assentiu apenas uma vez.Damon saiu alguns passos, ficando ao alcance, mas não no centro.O depoimento inicial foi confuso, fragmentado, doloroso. Alina explicou o sequestro, a ameaça, a tentativa de forçá-la a gravar declaração, a presença de Serena, o envolvimento de Victor. Elias complementou com gravações e documentos.Quando pediram para ver os pulsos, ela estendeu as mãos.As marcas estavam feias.Vermelhas.Abertas em alguns pontos.Damon, do outro lado do cômodo, desviou o rosto.Alina viu.Não sentiu pena.Mas viu.Enquanto isso, Victor era conduzido para fora sob protestos. Serena também, ainda tenta
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