Alejandro não demorou mais de quinze minutos para localizar o carro da filha graças ao rastreador satelital. Estacionou sua imponente caminhonete logo atrás do veículo de Nahla e desceu apressado, com o rosto desfigurado pela preocupação.Ao se aproximar da janela, viu a filha feita um mar de choro, com a cabeça apoiada no volante, completamente desfeita pela culpa.Sem perder um segundo, Alejandro abriu a porta do carro, se inclinou para dentro e a tomou nos braços com uma delicadeza infinita, como se temesse quebrá-la.Ao levantá-la, o homem mordeu os lábios com impotência e dor; para todo mundo ela era uma mulher forte e decidida, mas na mente de pai, Nahla continuava sendo sua menininha, a mesma que corria pra ele quando tinha medo do escuro.— Já tô aqui, minha rainha, você já está segura com seu pai — sussurrou Alejandro em seu ouvido, apertando-a contra o peito enquanto a carregava até sua própria caminhonete. — Deixa que eu cuido de tudo a partir de agora, meu amor.Nahla não o
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