O corpo dela parou de imediato, a ponta dos meus dedos tocaram seus cabelos loiros, cheirosos, os tirando do ombro. A respiração dela subiu e desceu, abri um sorriso curto mas cheio de satisfação. Inclinei meu rosto pra baixo, sentindo o cheiro dos seus fios, e seu pescoço. Esse... Era o verdadeiro cheiro da pimentinha, o cheiro gostoso de flores brancas. Envolvi sua cintura com um braço e usei a outra mão para segurar seu queixo, obrigando ela a inclinar o pescoço. — Você quer saber porque tinha que se eu, pimentinha? rosnei bem perto do ouvido dela, sentindo ela tremer sob meu toque. — Porque só eu te faria sentir o que eu vou te fazer sentir agora. Ela suspirou e, porra, ela se encaixou em mim. O encaixe perfeito, me sentindo. A porra do meu pau pulsou gostoso, preso nas roupas. — Eu não quero a caixa de volta, Elise. Eu quero usar tudo o que tem nela em você... Fazer tudo que eu prometi e cobrarei com juros tudo que você me prometeu. Desci o nariz pelo
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