Nyana mal teve tempo de respirar. Araziel a segurou de frente para ele, colocando-a contra a borda da cama larga que ocupava quase toda a suíte privada. Ele se ajoelhou devagar entre as pernas dela, os ombros largos forçando as coxas dela a se abrirem.— Araziel… — ela sussurrou, a voz ainda rouca da adrenalina do dia.— Quieta — murmurou ele, rouco, já deslizando as mãos grandes por baixo das nádegas dela. — Deixa eu cuidar de você.Com um movimento firme e possessivo, ele ergueu os quadris dela, posicionando-os sobre os próprios ombros. Os calcanhares de Nyana se apoiaram nas costas dele, os pés se cruzando instintivamente. A saia executiva subiu até a cintura, revelando as coxas pálidas e macias, a calcinha branca já úmida colada à pele, tudo que ele queria ver e possuir.A posição era perfeita. Vulnerável. Exposta. Totalmente entregue.(Porra… olha pra ela. Depois de tudo — tiros, sangue, deserto —, ainda confia em mim pra isso. Ainda abre as pernas e me deixa comer ela como se o
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