Pego um garfo que possui duas extremidades opostas bastante afiadas, prendo em seu pescoço — isso faz com que ela não consiga abaixar a cabeça, ou, caso contrário, o garfo perfurará seu peito e sua garganta. Sai água de seus olhos. Pego duas estacas, coloco-a de quatro e coloco uma em seu ânus e outra em sua vagina, rasgando-a toda. E, para melhorar, coloco brasa quente em sua boca.Então, atravesso as estacas nela. Apesar de tudo isso, a infeliz não morreu. Assim que eu gosto: sentiu tudo. Deixo-a no chão, jogada, e pego álcool, jogo em seu corpo todo e pego um fósforo — atiço e jogo nela. Rapidamente, as chamas se formam.Sento-me em uma cadeira e assisto-a sendo queimada viva.—O que é mais prazeroso do que a morte? — pergunto, com a voz fria.—Sabia que você era cruel — Fernanda diz, com a voz surpresa. — Mas não desse jeito.—Ainda não viu nada — respondo, com a voz gelada. — Estou guardando o melhor para Fábio. Esse vai morrer da pior forma.As chamas terminam, e ela morre total
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