---Ajoelho-me ao lado de Alice, meu coração disparado, a respiração presa na garganta. Ela está encolhida, com as roupas rasgadas, o corpo tremendo. Sua mão está pressionada contra a barriga, e vejo sangue escorrendo entre seus dedos.—Ele chegou bem na hora — ela diz, com a voz trêmula e chorosa. — Ele já ia... mas não conseguiu. Minha barriga está doendo.—Meu amor — digo, com a voz embargada, passando a mão em seu rosto. — Você está sangrando. Por que está sangrando se ele não te tomou?—Não sei — ela responde, com a voz desesperada. — Ele não conseguiu, eu juro. Minha barriga dói demais, tá doendo muito.Ela chora, sua voz embargada pelo desespero. Suas roupas estão rasgadas, então tiro minha camisa e a coloco sobre ela, cobrindo seu corpo exposto.—Sua barriga — murmuro, com a voz trêmula. — Oh, meu amor, aguenta firme.Nesse momento, entram Wesley, Júlio, Carlos, meu pai, Flávia e, por último, Rodrigo.—Eita, caralho — Carlos exclama, com a voz assustada. — Fudeu.—O que aconte
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