Ao me aproximar, o meu pai olhou para mim todo orgulhoso e abriu um sorriso largo para os vizinhos verem. Eu continuei séria, encarando-o com frieza. Ele podia fingir o quanto quisesse para a vizinhança, mas eu sabia a verdade. Eu nunca iria perdoá-lo O meu pai pegou na minha mão e a entregou para San-jin segurar. Eu não fazia a menor questão de que o meu pai me levasse até o altar, e a minha frieza deixava isso bem claro. San-jin olhou para mim de cima a baixo, percebendo o meu incômodo com o toque do meu pai. Ele segurou a minha mão com firmeza, e o calor dos seus dedos me fez recuperar o ar na mesma hora. Era como se ele estivesse me dizendo, sem precisar falar nada, que dali para frente eu estava segura com ele. Disfarcei o meu nervoso, sustentei o olhar dele e dei o passo definitivo para o altar, deixando o meu pai para trás onde ele realmente merecia ficar: no passado. O celebrante começou a falar, dando início à cerimônia, mas a voz dele parecia distante, como um som
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