POV: MayaO som do soco de Alexander contra a parede de gesso ainda ecoava nos meus ouvidos. Olhei para a marca que os nós dos seus dedos haviam deixado na pintura clara, e depois para o rosto dele, transfigurado pelo ódio. Ele estava respirando tão forte que os músculos do seu peito pareciam prestes a rasgar o tecido da camisa.— Você não vai descer — Alexander sibilou, a voz baixa, fria, o tipo de tom que ele usava nas salas de reunião para destruir os adversários. — Se o Arthur pensa que pode usar você para me atingir dentro da minha própria casa... da sua casa, ele está muito enganado.— Alexander, ele ameaçou você! — dei um passo à frente, tentando segurar o braço dele, mas ele se esquivou, o orgulho ferido agindo como uma barreira eletrificada. — Você ouviu o que ele disse. Ele sabe que estamos aqui. Ele tem poder agora, tem o conselho, tem a sua mãe! Se houver algo naquele envelope que possa te colocar na cadeia por aquela falsa auditoria, eu preciso saber!— Eu não preciso da
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